O fogo da ancestralidade festiva presente nas celebrações juninas, está representado nos Trabalhos Artísticos de Joel Dantas. Suas telas apresentam uma resiliência lítica, na forma de produzir seus trabalhos sobre as celebrações juninas perpetuadas ao longo do tempo na cultura nordestina, não obstantemente as pressões que vem sofrendo essa tradição que, na atualidade são nucleadas pelo formato de "shows".
Seu trabalho criativo inclui a poética efusiva típica das festas juninas, mostrando a "liberdade de expressão" que, sob o creptar das labaredas das fogueiras, elemento simbólico, reúne pessoas e famílias em seu entorno para manifestar um "estado de espírito" contagiante, que acende, além da alegria brotante nos corações dos indivíduos, serve para acender a queima de "fogos de artifícios", assar milho, batata, e carnes. Serve também para as promessas de compadrios e comadrias, e até mesmo, juras de amor. Assim, portanto, as telas de Joel Dantas transportam os observadores para a vivência visual num retorno à originalidade da celebração, tirando do peito um suspiro de expressão para dar um "Viva São João" e um "Viva São Pedro".
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